quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Domino’s Pizza: delivery passo a passo pelo celular


A Domino’s Pizza sempre foi uma marca conhecida por sua eficiência em pedidos de entrega pelo telefone. Contudo, com o crescimento dos smartphones, a rede buscou manter sua primazia também nos aplicativos mobile.

O ponto forte de seu app é permitir ao usuário acompanhar todos os passos do pedido: do recheio da pizza até o momento em que ela seguirá para sua casa. Além disso, o nome da pessoa responsável por processar cada etapa do pedido aparece na tela do celular, o que confere uma sensação de cuidado pessoal e atenção aos detalhes.

Recentemente, surgiu um novo app, específico para iPad, que possibilita ao usuário criar sua própria receita e pedir para entregá-la em casa. Há inclusive uma funcionalidade que permite competir com outra pessoa para saber quem faz uma pizza mais rapidamente.

Best Buy: gestão dos funcionários no Twitter


Uma das decisões mais difíceis para uma marca que pretende atuar nas redes sociais é definir quem irá responder pela empresa nesses canais.
Se a quantidade de pessoas for muito restrita, a tarefa pode se tornar grande demais para qualquer um. Já com um número grande de pessoas, o risco de informação desencontrada multiplica-se.


Na Best Buy existe um verdadeiro exército para lidar com quase 1 milhão de seguidores da conta principal @BestBuy e propriedades especializadas como @BestBuy_Deals, @GeekSquad @BBYNews.


Os tweets são respondidos por quase 3 mil empregados das mais diversas áreas de expertise, a chamada Twelpforce. Para fazer parte desse exército, o funcionário precisa entrar em um website que verifica o status de seu contrato de trabalho e o orienta sobre a política de uso do twitter da empresa, incluindo os vídeos de treinamento.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Primeira loja-fazenda do mundo é inaugurada em Londres


A partir de um espaço comercial vago localizado em Hackney, Londres, a FARM:shop funcionará como uma fazenda teste para verificar quanto alimento eles podem produzir em uma loja urbana.


A iniciativa, que é parte do projeto Arte em Espaços Vagos de Hackney, é conduzida pela Something & Son, grupo focado em design baseado em práticas sustentáveis, em parceria com um conselho comunitário e 40 voluntários.

O grupo planeja criar galinhas poedeiras no teto da loja, tanques de peixes no espaço frontal e outros animais espalhados nos ambientes. Além disso, pretendem combinar novas tecnologias e métodos tradicionais para cultivar frutas e vegetais no espaço interno. Haverá também um café que servirá receitas com os produtos produzidos ali, espaço para locação de eventos e festas e um serviço de tour informativo.

Metro Future Store na Alemanha


Há algum tempo, o Grupo alemão Metro, 5º maior varejista alimentar do mundo, uniu forças com fornecedores e parceiros de TI para construir o supermercado do futuro em Rheinberg, na Alemanha.


O coração dessa iniciativa é o chip RFID. Essa tecnologia permite o rastreamento dos pallets e dos produtos sem necessidade de scaneamento. Assim, processos como reposição de mercadoria, controle de data de validade e promoções dos fornecedores podem ser otimizados.

Um produto como um simples desodorante pode ser rastreado por toda a cadeia até o checkout. E se, por exemplo, ele for colocado na gôndola errada, uma mensagem é enviada ao PDA de um funcionário para que o problema seja solucionado.

Há também possibilidades de interagir com o consumidor, que pode receber mensagens relacionadas à sua localização no supermercado por meio de celular ou tablets adicionados ao carrinho.

Sainsbury’s: novo formato insere loja de conveniência dentro do hipermercado


Com base em discussões em grupo sob o tema “o supermercado do futuro”, a rede de supermercados Sainsbury´s criou um formato único na sua loja de Manchester, no Reino Unido.


Diversas inovações foram implantadas para propiciar mais conveniência ao usuário. Uma delas foi a implantação de uma loja de conveniência com entrada própria em um dos cantos do hipermercado. O foco é atender os clientes de forma rápida e fácil nas horas em que o hipermercado estiver fechado.

Além disso, há a possibilidade de optar por uma experiência de compra com assistência de profissionais da bandeira ou realizá-la de forma tradicional, por conta própria.

Na saída, mais uma novidade. O checkout pode ser feito pelo próprio usuário por meio de self-checkout ou mesmo scaners pessoais.

Finlândia lança fila lenta para deixar clientes mais relaxados


Parte de um movimento que pretende tornar aspectos da vida mais lentos e prazerosos (vide o slow food), o supermercado finlandês K-citymarket criou a fila de checkout lenta que é direcionada aos clientes da terceira idade, deficientes físicos e todos que quiserem uma experiência de compra mais relaxante.

A ação surgiu em decorrência de pesquisas realizadas com jovens com deficiência da cidade de Espoo. Muitos indivíduos se sentiam estressados na fila do supermercado por levar mais tempo para realizar atividades consideradas corriqueiras para outros consumidores.

Na fila lenta do K-citymarket, o processo é adaptado para seguir o ritmo do usuário. Um assistente auxilia o consumidor de acordo com suas necessidades como manuseio das mercadorias, suporte no pagamento e preparação de embalagens para transporte.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A nova tendência dos supermercados online


No boom da internet, diversos empreendedores lançaram supermercado online buscando o relativo sucesso alcançado em outras iniciativas de comércio eletrônico como os sites de vendas de livros e os de leilão.


Contudo, inúmeros sites fecharam e os empreendimentos sobreviventes se reposicionaram para a venda de eletroeletrônicos ou se tornaram negócios de nicho, em grandes cidades, densamente povoadas. E isso foi um fenômeno global, observado em países tão diferentes como Estados Unidos, França, Inglaterra e Brasil.

Iniciativas como a Amazon Fresh, que tem operado em Seatle há um ano, e testes como o do Walmart to Go, no norte da Califórnia, são sinais de uma crescente movimentação na categoria.


Ajustes nos modelos de negócio estão sendo feitos para diminuir os custos das entregas. Há roteiros pré-determinados para diminuir a quantidade de deslocamentos das vans e até um formato híbrido no qual o próprio consumidor faz a compra online, mas passa em um drive-through para receber as mercadorias.

Há também um sistema de terceirização como as do Shop 'n Save e Dierbergs que não possuem vendas online, mas realizaram parcerias com a Groceries to Go que se responsabiliza por essa parte do negócio.


Tem-se também observado uma evolução no comportamento dos consumidores que beneficia a categoria. Compras online, que costumavam ser atividades relacionadas a itens de maior valor ou de maior envolvimento como passagens aéreas, filmes ou mesmo presentes, se aproximaram de itens mais mundanos como cereais matinais e massas.

Muito disso tem sido atribuído a uma geração de jovens que, acostumados a fazer quase tudo online, transferiram esses hábitos para diversos aspectos da vida adulta, incluindo a compra de supermercado.